As áreas de Baixa Densidade correspondem tradicionalmente aos espaços do Barrocal e Serra, integrando as zonas periféricas conhecidas por Costa Vicentina e Baixo Guadiana. Caracterizam-se por apresentarem genericamente baixas densidades socioeconómicas e forte ruralidade, que se traduz em densidades populacionais inferiores à média da região e do País, numa diminuição progressiva da população nas últimas décadas, índices de envelhecimento em crescimento acentuado e emprego agrícola bastante acima das médias nacional e comunitária.
A estratégia implícita ao novo modelo de desenvolvimento da região, preconiza para estas áreas um conjunto de intervenções consistentes em torno dos recursos urbanos do Barrocal e da Serra, da valorização da cultura e do património, da fixação de equipamentos estruturantes e serviços de proximidade e do aproveitamento e promoção das produções tradicionais.
O Plano Estratégico para as Áreas de Baixa Densidade do Algarve, é documento enquadrador e orientador da intervenção, cujo financiamento é suportado por fundos nacionais e comunitários (FEDER e FSE), sendo o PROALGARVE a principal fonte de financiamento, através das Medidas 1 e 4 do Eixo 2.
O Plano Global de Intervenção definido, estabelece três grandes áreas de atuação, correspondentes a três programas, complementares entre si, e que por sua vez se desagregam em diversas ações:
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